Physica, o tratado médico de Santa Hildegarda, menciona o uso do louro como elixir e bálsamo para tratar doenças respiratórias e reumáticas e revitalizar o organismo, pelo seu calor interno e suave que aquece, restaura e vivifica a alma.
O WebMD menciona mais 5 plantas chamadas "louro" além do L.nobilis, que não tem nenhum parentesco entre si, mas refere que há estudos indicando seu uso para reforçar o sistema imunológico, ajudar na digestão e possivelmente prevenir o surgimento da diabetes tipo 2 (neste último caso os estudos ainda são inconclusivos) e adverte contra seu uso em mulheres grávidas ou amamentando.
O PubMed, já na primeira página da busca por "bay laurel", lista artigos (4751 no total) sobre a possível ação do louro como anti-inflamatório e tratamento para a gordura no fígado (esteatose hepática), bem como o uso do óleo essencial de louro como preservante em alimentos e medicações.
Mais à frente vamos explorar os fatores bioquímicos implicados nesses usos, mas já deu pra perceber a riqueza oculta nessa folha verde e aromática.
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