No ciclo da Amoreira eu descrevi/imaginei uma experiência de imersão na sua essência, usar simultaneamente todas as suas formas (chá, tintura, culinária, óleo, incenso, banho, talismã, etc) com a ressalva que fazer isso ao mesmo tempo, ou ao longo de um mesmo dia, não é exatamente a coisa mais exequível e acessível à maioria das pessoas (incluindo eu mesmo...); para o ciclo do Louro, eu vou me ater só a uma forma, mas preparada e desfrutada em atenção total e intenção focada na comunhão com a planta.
Então, eu decidi experimentar fazer o chá de louro com a folha em pó, não inteira, e ver se isso modificava significativamente o gosto e o cheiro: preparei, tomei, observei a experiência imediata.
O gosto e aroma ganharam uma qualidade mais amadeirada/terrosa, com o perfume básico do louro no fundo, e a sensação final é energizada e despertadora da consciência interna e externa: só tenho a dizer que recomendo.
No More James Arthur Ray
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I am pretty late to the party on this story, which actually took place
January of last year. Self-help author James Arthur Ray passed away on that
date a...
Há um dia
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