À esquerda eu tenho o meu dado ogãmico, ideia do meu amigo Ricardo Aguiar (dos tempos do Ramo de Prata): um pedaço de madeira com cinco faces e marcas de 1 a 5 em cada aresta, que ao ser jogado cai com uma das arestas para cima -- se eu jogo uma vez e cai 2, é o 2o. aicme (família) de letras, e jogando outra vez tenho o 3, que indica o fíd (letra), então isso é a 3a. letra da 2a. família, ou seja, Tinne/Azevinho; parece difícil enquanto você não estiver familiarizado com a sequência das letras, mas então é um método simples, rápido e supremamente portátil de consulta oracular.
À direita está o talismã que eu fiz hoje de manhã, uma folha de louro devidamente despertada e conjurada com um sigilo mágico em tinta dourada, para ser levada na carteira e ir agindo ao longo do tempo de modo sutil mas poderoso.
Os poderes divinatório e manifestador do louro, em forma visível e utilizável por todos.
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